O orçamento anual de uma instituição universitária pública não provém unicamente do Estado. Tem receitas que ela própria gere.
Contudo, no final do ano, o saldo de gerência é cativado pelo Estado.
Foi o que aconteceu ao Instituto de Informática e Gestão que gere um orçamento anual de 3,5 milhões de euros, dos quais apenas 1/3 provém do Estado.
Este instituto viu-se impossibilitado de utilizar o saldo de gerência de 2012 para 2013, pondo em causa muitos dos projetos para este ano.
Este comportamento do Estado, sorvedor dos dinheiros gerados pelas instituições, não só limita o seu desempenho como é um incentivo a que se faça a gestão de projetos com base nas verbas que transitam do Orçamento de Estado.
Consequências:
- menos projetos de investigação;
- dificuldadades na internacionalização da instituição;
- menor impacto na sociedade e na participação no desenvolvimento das empresas e da economia;
- subaproveitamento do capital humano e intelectual.
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